domingo, 17 de agosto de 2014



As constantes mudanças em países como o Egito mostram como esse movimento é dinâmico, por vezes alternando períodos de paz e democracia com épocas onde o conflito armado é o caminho mais comum. O grupo Ansar Al Sharia atua na área que compreende a fronteira norte entre a Argélia e a Tunísia, e no nordeste da Líbia.
Na África central, especialmente na Nigéria, o Boko Haram, opera desde 2002, sem distinguir entre alvos civis e militares. Suas ações terroristas já deixaram mais de 12.000 mortos e 8.000 feridos, a grande maioria cristãos. Recentemente chamaram a atenção do mundo por terem capturados centenas de meninas que frequentavam uma escola e as venderam. Na África Oriental, ocupando parte da Somália e uma pequena porção do Quênia, atua o Al Shabab, grupo extremista cuja ação tem recebido maior repercussão depois do ataque a um shopping center.
Um dos grupos que atua mais fortemente no Oriente Médio é o Estado Islâmico (antigo ISIS), que se aproveitou da instabilidade na Síria e da retirada de tropas americanas do Iraque para espalhar terror, com requintes de crueldade que incluem decapitações e crucificações.
Após escolherem seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, como o novo califa que irá unir todos os países que já pertenceram ao Império Otomano, anunciaram a expansão de sua atuação para Jordânia, Israel, Palestina, Líbano, Kuwait, Turquia e Chipre, e ameaçaram Espanha e Itália.
Na porção sul da Península Arábica opera a Al Qaeda original, cujo atual líder é Nasir al Wuhaishi. Dali controla também o conhecido Talibã, que opera no Afeganistão e no vizinho Paquistão.
Indo para Ásia vê-se a ação da Yamaa Islamiya e do Abu Sayyaf, especialmente nas Filipinas e na Malásia.Com informações de Forum Libertas






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