domingo, 17 de agosto de 2014

Jihad: Conflito em Israel é apenas parte de plano internacional A jihad cresce no mundo, causando preocupação geopolítica

O Alcorão, livro sagrado dos muçulmanos, ensina sobre a jihad (guerra santa). Embora haja uma série de divergências dentro do próprio Islamismo, a Surata 9-29 diz claramente: “Combatei aqueles que não creem em Alá e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Alá e seu mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya”.
Esse combate aos que “não creem em Alá” muitas vezes é a justificativa para a morte de judeus e cristãos. Desde os ataques de 11 de setembro de 2001, o mundo passou a olhar de maneira diferente para os ataques feitos por muçulmanos em nome da religião. Existem sites especializados, como o Jihad Watch (versão em português) que mantém um registro mensal com a contabilidade do número de pessoas mortas e feridas.
O site Religion of Peace apresenta um relatório minucioso de todos esses ataques. Somente nos últimos 3 meses foram mais de 6 mil mortos e mais 6 mil gravemente feridos.
Quem assiste aos noticiários e lê os jornais regularmente talvez tenha dificuldade em entender como atentados na África, no Oriente Médio e no sul da Ásia possam estar ligados. Todo o espaço dado pela mídia ao conflito entre Israel e as tropas do Hamas em Gaza é só uma parte deste plano internacional que se desenrola todos os dias.
No momento existem, por exemplo, 11 grupos que reivindicam a criação de estados teocráticos islâmicos, em nome da retomada de um califado universal. Alguns sequer são conhecidos pelo grande público. Outros como o Estado Islâmico (ex-ISIS) vem ganhando força a cada dia.
Existe uma crescente preocupação de várias nações europeias com a expansão do jihadismo no Norte da África,  onde a “explosão de violência” tem gerado um abalo na situação geopolítica.
O mapa abaixo, que foi elaborado pelo jornal espanhol LaVanguardia mostra um aumento no número de células jihadistas em países do Magreb. A área em vermelho destaca as regiões sob influência dos grandes grupos jihadistas, que se estende do Atlântico ao Índico e visam impor uma visão fundamentalista do Islã no mundo.

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